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Adamastor
Porém já cinco Sóis eram passados 
Que dali nos partíramos, cortando 
Os mares nunca doutrem navegados, 
Prósperamente os ventos assoprando, 
Quando uma noite estando descuidados, 
Na cortadora proa vigiando,
Uma nuvem que os ares escurece 
Sobre nossas cabeças aparece.
 
 

Viaje connosco nos sabores da lusofonia...

 


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Luís Vaz de Camões (1524?-1580)
O poeta mais célebre da literatura portuguesa, Luís de Camões, autor, entre outras obras, do poema épico "Os Lusíadas" (1572), cujo tema central é a descoberta do caminho marítimo para a Índia (1497-1499) por Vasco da Gama.

Camões pode bem ser considerado um símbolo da diáspora portuguesa. Desconhecendo-se onde nasceu, granjeador de certa fama como poeta na corte de D. João III, sabe-se que participou em várias campanhas militares no Norte de África, no decurso de uma das quais perdeu um dos olhos.

Embarcou para a Índia e mais tarde, em Macau, foi provedor dos defuntos e ausentes, onde nasceu o poema épico «Os Lusíadas». Nesses lugares distantes guerreou, viveu e amou (recorde-se a lenda dos seus amores com Dinamene) durante cerca de quinze anos.

No regresso a Portugal deteve-se ainda em África. Na costa oriental desse continente, terá vivido por vezes da caridade de alguns que lhe reconheciam o talento e lhe apreciavam o convívio.

Uma vez em Lisboa, leu «Os Lusíadas» ao jovem monarca D. Sebastião, a quem dedicou o poema.

O livro foi publicado em 1572, tendo o poeta sido agraciado com uma tença real no valor de quinze mil réis anuais.

Luís de Camões terá morrido no dia 10 de Junho de 1580, na miséria.




   

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